Já não bastava o eterno D. Sebastião do PSD ter regressado com toda a sua mística nublada agora conta com o apoio do Todo-Poderoso da Madeira? Que gargalhadas deve ter dado o Exmo. Eng. "Fumaças", que não aguentando de contentamento e excitação, perante tal notícia, fumou um cigarro no avião que seguia em direcção à Venezuela! Conclusão: A culpa é do Santana, como sempre!
Parte II
Deus escreve certo por linhas tortas.... Sempre ouvi dizer... e parece que Sócrates está a provar do próprio veneno que confeccionou com tanto "jeitinho"... A lei é para todos e não apenas para o povo Sr. Primeiro Ministro! E já agora não lhe fica nada bem dizer que desconhecia se a lei aplicava-se ou não ao caso em concreto, um homem viajado como o nosso governante, certamente, já devia ter reparado que mesmo antes da nova lei ter sido posta em prática já era proibido fumar nos aviões.
Humildade é bom e recomenda-se...
Certamente há muitas mais coisas importantes para noticiar do que as "fumaçadas" do nosso Primeiro, mas não deixa de ser ironicamente apetecível comentar...
quarta-feira, 14 de maio de 2008
Um prazer a descobrir

Em pleno coração do Alto Alentejo, rodeada por uma planície madura e calma, junto à simpática vila de Cabeço de Vide e envolvida pela moldura verdejante das famosas Termas de águas sulfurosas, localiza-se a bonita Estalagem Rainha D. Leonor, um local onde a paz e a natureza caminham de mãos dadas.
Situado na encosta meridional de um monte, Cabeço de Vide estende-se até à planície, formando aí um rossio que é tido como o mais amplo entre o Tejo e o Guadiana. Desde tempos imemoriáveis, este local tornou-se um abrigo de eleição para vários povos e culturas, os quais o marcaram profundamente, aproveitando e valorizando as suas potencialidades naturais, únicas em todo o mundo. Prova deste facto, foram os romanos que oportunamente se aperceberam das propriedades minero-medicinais desta água, construindo ali as primeiras termas que este lugar conheceu. Outros povos e acontecimentos históricos foram presenciados neste local, realçando o facto de Cabeço de Vide ter sido objecto de atenção e carinho da Rainha D. Leonor que, em 1498, fundou a Santa Casa da Misericórdia de Cabeço de Vide, uma das primeiras onze fundadas em Portugal.
Tendo como pano de fundo um passado forte repleto de tradições, também a Estalagem Rainha D. Leonor comunga desse espírito, já que se encontra instalada na antiga estação de comboios de Cabeço de Vide, um espaço cedido pela Câmara Municipal de Fronteira. Desactivada há algumas décadas, a estação continua a ser uma peça patrimonial de grande valor com linhas graciosas, onde se pode observar magníficos painéis de azulejos, exibindo motivos campestres e outros florais.
O conjunto de edifícios que dão, agora, lugar à estalagem foram alvo de uma recuperação e adaptação, transformando-os em equipamentos de qualidade, onde o visitante pode optar por pernoitar num quarto ou num apartamento, usufruir da piscina privativa ou das termas, praticar exercício físico no ginásio ou no campo de ténis, repousar tranquilamente ou provar a extraordinária gastronomia que o restaurante oferece.
.
Promovendo um turismo rural mas familiar, a Estalagem Rainha D. Leonor tem ainda à disposição viagens em balões quentes, passeios de bicicletas e ainda, serviço de catering para eventos empresariais, buffets, casamentos e baptizados.
Quem visitar estas paragens, repletas de cenários surpreendentes, pode deslumbrar-se com as ruínas de Torre de Palma, o triângulo de Portalegre, Castelo de Vide e Marvão, o Parque Natural da Serra de S. Mamede e a Piscina Fluvial, locais de excelência, com vários tipos de oferta, ao nível do património natural e arquitectónico. Já as famosas Termas da Sulfúrea em Cabeço de Vide presenteiam os seus frequentadores com águas únicas no País, desfrutando de momentos de relaxamento e descanso. Estas águas têm características raras, sendo hipossalínicas, sulfúricas e oxidriladas com predominância de iões de cloreto, sódio, cálcio e ainda um apreciável teor de sílica, indicadas para doenças de pele, respiratórias e reumáticas.
Em alternativa aos tradicionais destinos de Verão, a Estalagem Rainha D. Leonor oferece assim uma estadia diferente, longe da confusão citadina, rodeada de paisagens campestres que permanecerão guardadas na memória de quem a visita.
Tendo como pano de fundo um passado forte repleto de tradições, também a Estalagem Rainha D. Leonor comunga desse espírito, já que se encontra instalada na antiga estação de comboios de Cabeço de Vide, um espaço cedido pela Câmara Municipal de Fronteira. Desactivada há algumas décadas, a estação continua a ser uma peça patrimonial de grande valor com linhas graciosas, onde se pode observar magníficos painéis de azulejos, exibindo motivos campestres e outros florais.
O conjunto de edifícios que dão, agora, lugar à estalagem foram alvo de uma recuperação e adaptação, transformando-os em equipamentos de qualidade, onde o visitante pode optar por pernoitar num quarto ou num apartamento, usufruir da piscina privativa ou das termas, praticar exercício físico no ginásio ou no campo de ténis, repousar tranquilamente ou provar a extraordinária gastronomia que o restaurante oferece.
.
Promovendo um turismo rural mas familiar, a Estalagem Rainha D. Leonor tem ainda à disposição viagens em balões quentes, passeios de bicicletas e ainda, serviço de catering para eventos empresariais, buffets, casamentos e baptizados.
Quem visitar estas paragens, repletas de cenários surpreendentes, pode deslumbrar-se com as ruínas de Torre de Palma, o triângulo de Portalegre, Castelo de Vide e Marvão, o Parque Natural da Serra de S. Mamede e a Piscina Fluvial, locais de excelência, com vários tipos de oferta, ao nível do património natural e arquitectónico. Já as famosas Termas da Sulfúrea em Cabeço de Vide presenteiam os seus frequentadores com águas únicas no País, desfrutando de momentos de relaxamento e descanso. Estas águas têm características raras, sendo hipossalínicas, sulfúricas e oxidriladas com predominância de iões de cloreto, sódio, cálcio e ainda um apreciável teor de sílica, indicadas para doenças de pele, respiratórias e reumáticas.
Em alternativa aos tradicionais destinos de Verão, a Estalagem Rainha D. Leonor oferece assim uma estadia diferente, longe da confusão citadina, rodeada de paisagens campestres que permanecerão guardadas na memória de quem a visita.
terça-feira, 13 de maio de 2008
Frase do dia
"Não dei conta das transacções de acções sob suspeita" - by Jardim Gonçalves, ex responsável pelo Millennium BCP
Elucidem-me por favor que depois de um dia de trabalho exaustivo o "tico e o teco" estão a fazer faísca... Estamos a 13 de Maio ou a 1 de Abril? Aconteceu algum milagre repentino e não me dei conta?
"Não dei conta das transacções de acções sob suspeita" - by Jardim Gonçalves, ex responsável pelo Millennium BCP
Elucidem-me por favor que depois de um dia de trabalho exaustivo o "tico e o teco" estão a fazer faísca... Estamos a 13 de Maio ou a 1 de Abril? Aconteceu algum milagre repentino e não me dei conta?
segunda-feira, 12 de maio de 2008
O que me dá na real gana
Se calhar deveria escrever sobre a actualidade negativa a que assistimos todos os dias, empávidos e serenos, limitando-nos apenas a comentar e a dar palpites, por vezes certeiros, por vezes, desnecessários... E ainda para aí tão boa gente com este estigma.
Talvez "parece-se bem" divagar sobre o preço do petróleo ou acerca da luta desenfreada de egos e estatutos pelo que o respeitável PSD está a viver... Parecia bem, tal como o é ler a Caras numa esplanada ou ir a um quiosque e dizer bem alto: "Era o Expresso por favor" - mesmo quando não se retêm nada do que vêm lá escrito, pois o que é de bem é fingir que se percebe!
Pois bem, apetece-me fazer o que me real dá na gana e (peço desculpa pela linguagem corriqueira) não carregando sempre com o peso da palavra "jornalista" às costas... Por agora fico pelo elogio aqueles por quem nutro respeito e admiração. Àqueles que acham que deveria debruçar sobre outros temas "mais quentes" do quotidiano... Bom se me conhecessem saberiam que de vez em quando gosto de ser do contra...
Mas atenção certamente, alias, não há margem para dúvidas, que também irei opiniar sobre algum politicamente correcto de se comentar! Porque na verdade também sou humana e disso não posso fugir!
Talvez "parece-se bem" divagar sobre o preço do petróleo ou acerca da luta desenfreada de egos e estatutos pelo que o respeitável PSD está a viver... Parecia bem, tal como o é ler a Caras numa esplanada ou ir a um quiosque e dizer bem alto: "Era o Expresso por favor" - mesmo quando não se retêm nada do que vêm lá escrito, pois o que é de bem é fingir que se percebe!
Pois bem, apetece-me fazer o que me real dá na gana e (peço desculpa pela linguagem corriqueira) não carregando sempre com o peso da palavra "jornalista" às costas... Por agora fico pelo elogio aqueles por quem nutro respeito e admiração. Àqueles que acham que deveria debruçar sobre outros temas "mais quentes" do quotidiano... Bom se me conhecessem saberiam que de vez em quando gosto de ser do contra...
Mas atenção certamente, alias, não há margem para dúvidas, que também irei opiniar sobre algum politicamente correcto de se comentar! Porque na verdade também sou humana e disso não posso fugir!
sábado, 10 de maio de 2008
Barack e Clinton no último round
Um estudo efectuado pelo diário "Los Angeles Times" e pela "Agência Bloomberg" revela:
Se as eleições norte-americanas se realizassem hoje, dia 1o de Maio, tanto Barack Obama como Hilary Clinton , a lutarem pela nomeação democrata, derrotavam o republicano John McCain.
E se a disputa final fosse entre o "demónio de saias" (como a mulher de Clinton foi gentilmente apelidada por alguns americanos) e o "homem-novidade"??? Provavelmente alguns republicanos iam apreciar este "pequeno apontamento"...
Mas de ideias alucinadas está o mundo cheio!
Se as eleições norte-americanas se realizassem hoje, dia 1o de Maio, tanto Barack Obama como Hilary Clinton , a lutarem pela nomeação democrata, derrotavam o republicano John McCain.
E se a disputa final fosse entre o "demónio de saias" (como a mulher de Clinton foi gentilmente apelidada por alguns americanos) e o "homem-novidade"??? Provavelmente alguns republicanos iam apreciar este "pequeno apontamento"...
Mas de ideias alucinadas está o mundo cheio!
A voz de Portugal sem herdeira

Não há palavras para adjectivar Amália Rodrigues. Pode-se dizer que seria um "sacrilégio" atribuir-lhe apenas alguns predicados quando a sua imensidão de talento dava para escrever infinitos livros. Nestas linhas, poder-se-ia falar do seu percurso, do seu fado, da sua música, mas isso já é do conhecimento geral.
Homenagear esta grande diva é uma tarefa difícil mas, talvez, escrever sobre a Amália menina, a Amália jovem seja a melhor forma.
Em 1920, no tempo das cerejas (Maio e Junho), em Lisboa, mais principalmente na Rua Martim Vaz, nasce uma criança do sexo feminino, filha de um pai sapateiro que anseia vingar no mundo da música, através dos sons do seu cornetim.
Aos 6 anos, a menina de olhar dócil com um breve toque de uma timidez expressa, canta, em casa, às escondidas tangos de Carlos Gardel. Os que passam pela rua param no tempo para a ouvi-la.
A ida para a escola traz uma nova cor à vida da "eterna cantadeira". O mundo das aulas que adorava, era o escolhido para elevar as suas fantasias a outros lugares sem que tivesse que pedir licença ou desculpa a alguém.áAs lições eram aprendidas rapidamente razão pela qual lhe foi dada a alcunha de "Sabichona".
A sua bondade incontestável deus os primeiros sinais quando a caminho das aulas, ao encontrar uma rapariga toda rota, ainda mais pobre do que ela, tirou o vestido que trazia por baixo da bata e deu-lhe. A sua boa acção valeu-lhe vários tabefes dados pela avó.
A sua bondade incontestável deus os primeiros sinais quando a caminho das aulas, ao encontrar uma rapariga toda rota, ainda mais pobre do que ela, tirou o vestido que trazia por baixo da bata e deu-lhe. A sua boa acção valeu-lhe vários tabefes dados pela avó.
Aos 14 anos, mais bofetadas apanha do irmão mais velho, por fazer aquilo que mais gostava e que melhor sabia fazer - cantar na rua.
Ser artista é o seu grande desejo e aos 16 anos, ao ver a Dama das Camélias com a Greta Garbo, bebe vinagre e pôe-se nas correntes de ar, para ficar tuberculosa como a sua heroína.
Em 1938, apaixona-se pelo guitarrista e torneiro mecânico Francisco Cruz, e desesperada tenta o suicídio por desgosto de amor.
Ser artista é o seu grande desejo e aos 16 anos, ao ver a Dama das Camélias com a Greta Garbo, bebe vinagre e pôe-se nas correntes de ar, para ficar tuberculosa como a sua heroína.
Em 1938, apaixona-se pelo guitarrista e torneiro mecânico Francisco Cruz, e desesperada tenta o suicídio por desgosto de amor.
Um ano mais tarde, o Estado Novo cria a carteira profissional de fadista. O Fado salta assim das ruelas e vielas de Lisboa para as chamadas "casas de fado". É precisamente no "Retiro da Severa", que em 1939 Amália faz a sua estreia profissional. No ano seguinte actua no "Solar da Alegria", como artista exclusiva com repertório próprio.Impressiona todos, porque para Amália o fado "não se cantava, acontecia. O fado sente-se, não se compreende, nem se explica".
A partir desse momento, torna-se uma cidadã do mundo. Amália Rodrigues nunca mais parou em direcção ao último patamar do estrelato, e muitos acreditam que, mesmo agora, ela nunca vai parar...
A partir desse momento, torna-se uma cidadã do mundo. Amália Rodrigues nunca mais parou em direcção ao último patamar do estrelato, e muitos acreditam que, mesmo agora, ela nunca vai parar...
A 6 de Outubro de 1999, a menina que no caminho para a escola gostava de comer figos e roubar florinhas para dar à professora despediu-se de todos com um até já...
O detective do oculto

Para quem gosta de questionar os meros acasos e ir ao fundo das questões mais pertinentes. Por vezes não há coincidências!
Na memória ficou: "Não acredito em Deus, procuro-o"
A sua paixão são os nãos silêncios da história... Enquanto os historiadores fixam-se no "quê" ele fixa-se no "porquê" dos grandes enigmas da história e da ciência. A Senhora do Manto Azul foi o último "porquê" a ser desvendado por este "detective do oculto".
Na memória ficou: "Não acredito em Deus, procuro-o"
A sua paixão são os nãos silêncios da história... Enquanto os historiadores fixam-se no "quê" ele fixa-se no "porquê" dos grandes enigmas da história e da ciência. A Senhora do Manto Azul foi o último "porquê" a ser desvendado por este "detective do oculto".
Tal como a personagem central do seu livro, depois de anos como jornalista de investigação a escrever artigos sobre fenómenos estranhos e coisas inexplicáveis, Javier Sierra cansou-se de tantas perguntas e resolveu oferecer ao leitor respostas. "Decidi optar pela literatura como pretexto de oferecer a minha visão das coisas, nos meus livros de não ficção formulo as questões e nos meus romances respondo"., esclarece.Em 1991, o jornalista decidiu publicar um artigo sobre pessoas que tiveram experiências de teleportaçao e para isso baseou-se na única referência histórica que tinha. Uma freira do século XVII, que apesar de estar enclausurada num Convento em Espanha, aparecia vezes sem conta aos índios do Novo México, anunciando a chegada dos conquistadores. "A única coisa que tinha era um nome: Maria de Jesus de Agreda", diz.
A um mês de publicar a reportagem, ao conduzir pelo Norte de Espanha, Javier foi obrigado a desviar o seu rumo devido a um intensa tempestade de neve. O novo caminho levou-o a uma povoação de seu nome Àgreda. Em poucas horas, o homem que acredita plenamente nas palavras de La Croix de Berny "A coincidência é o pseudónimo de Deus quando não quer autenticar", encontrou um convento cuja fundadora era a mulher que há muito tempo procurava. "A partir desse momento, tudo apontava para aquela misteriosa mulher. Uns dias depois, mandaram-me ir para um congresso no Novo México, a um sítio que se encontrava a 10 quilómetros do local onde "a dama de azul" tinha aparecido.O autor sabia então que esta série de acontecimentos merecia muito mais do que um artigo, mas antes um livro onde pudesse reunir a investigação, a sua experiência pessoal e interligando com várias histórias em diversos tempos. Assim nasceu A Senhora do Manto Azul... A essência da obra - "No século XVII, a Inquisição acusou Maria Jesus de Àgreda, uma freira espanhola, de ter percorrido 500 vezes uma distância de 9000 quilómetros sem alguma vez ter deixado o seu convento em Espanha. Os relatos da evangelização do Novo México, no sudoeste daquilo que são hoje os Estados Unidos, incluem inúmeras referências a uma "senhora de azul" que teria aparecido à comunidade índia repetidas vezes antes mesmo de os missionários espanhóis chegarem ao local. Essa senhora seria nada mais nada menos do que Maria Jesus de Ágreda". Javier Sierra cria assim uma história passada entre a Europa e América dos nossos dias, em que a lenda desperta simultaneamente a curiosidade de um padre, de um jornalista e de uma antiga funcionária do Ministério da Defesa dos Estados Unidos com um historial de envolvimento em experiências de espionagem psíquica.
A um mês de publicar a reportagem, ao conduzir pelo Norte de Espanha, Javier foi obrigado a desviar o seu rumo devido a um intensa tempestade de neve. O novo caminho levou-o a uma povoação de seu nome Àgreda. Em poucas horas, o homem que acredita plenamente nas palavras de La Croix de Berny "A coincidência é o pseudónimo de Deus quando não quer autenticar", encontrou um convento cuja fundadora era a mulher que há muito tempo procurava. "A partir desse momento, tudo apontava para aquela misteriosa mulher. Uns dias depois, mandaram-me ir para um congresso no Novo México, a um sítio que se encontrava a 10 quilómetros do local onde "a dama de azul" tinha aparecido.O autor sabia então que esta série de acontecimentos merecia muito mais do que um artigo, mas antes um livro onde pudesse reunir a investigação, a sua experiência pessoal e interligando com várias histórias em diversos tempos. Assim nasceu A Senhora do Manto Azul... A essência da obra - "No século XVII, a Inquisição acusou Maria Jesus de Àgreda, uma freira espanhola, de ter percorrido 500 vezes uma distância de 9000 quilómetros sem alguma vez ter deixado o seu convento em Espanha. Os relatos da evangelização do Novo México, no sudoeste daquilo que são hoje os Estados Unidos, incluem inúmeras referências a uma "senhora de azul" que teria aparecido à comunidade índia repetidas vezes antes mesmo de os missionários espanhóis chegarem ao local. Essa senhora seria nada mais nada menos do que Maria Jesus de Ágreda". Javier Sierra cria assim uma história passada entre a Europa e América dos nossos dias, em que a lenda desperta simultaneamente a curiosidade de um padre, de um jornalista e de uma antiga funcionária do Ministério da Defesa dos Estados Unidos com um historial de envolvimento em experiências de espionagem psíquica.
Curiosidades
. Bilocação - Neste livro este termo é a base de toda a história. Entende-se por bilocação "o facto de uma pessoa poder estar, por milagre, em dois lugares distintos, ao mesmo tempo".
. Javier Sierra foi o primeiro espanhol a chegar ao top do New York Times e do Washington Post. Já vendeu mais de 3 milhões de livros em todo o mundo e traduzido em mais de 25 países.
Subscrever:
Mensagens (Atom)
